A Kingsborough Church, localizada no oeste de Londres, obteve uma vitória significativa na Justiça. A congregação enfrentava uma medida imposta pelo Conselho de Hillingdon que proibia suas pregações públicas. No entanto, o tribunal anulou a decisão, garantindo o direito à liberdade religiosa.
Durante uma reunião de oração, os líderes da igreja descobriram que a prefeitura havia imposto restrições sem qualquer aviso prévio. Eles foram surpreendidos com a proibição de utilizar amplificadores, distribuir panfletos e exibir versículos bíblicos em público. A decisão municipal causou grande preocupação entre os membros da igreja.
O pastor Babatunde Balogun, conhecido como Pastor Tunde, comemorou a reversão da medida. “Estamos aliviados. A legislação era opressiva e impediu que compartilhássemos o Evangelho em Uxbridge”, afirmou. Segundo ele, a igreja nunca recebeu reclamações formais sobre suas atividades evangelísticas.
Além disso, o Conselho baseou a proibição em uma consulta pública com participação limitada. Dessa forma, ignorou o impacto sobre a liberdade de expressão religiosa. A lei utilizada para justificar a ação, chamada PSPO (Ordem de Proteção de Espaços Públicos), originalmente combate comportamentos antissociais. No entanto, autoridades locais passaram a usá-la para silenciar manifestações cristãs em espaços públicos.
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O Christian Legal Centre prestou apoio jurídico à igreja. Com a vitória, a Kingsborough Church reforça seu compromisso com a evangelização e a fé cristã. “Queremos continuar levando esperança e transformação às ruas de nossa cidade, sem medo de perseguição”, declarou Pastor Tunde.
Por isso, a decisão judicial representa um marco importante. Ela garante que os cristãos possam exercer sua fé em liberdade e reafirma o princípio da expressão religiosa como um direito fundamental no Reino Unido.